Governo pede a Alcolumbre que instale comissão sobre MP das Blusinhas
O governo federal informou que vai solicitar formalmente, nesta terça-feira (11), que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), determina a instalação da comissão mista para analisar a medida provisória (MP) “da taxa das blusinhas”, que zerou o Imposto de Importação de 20% sobre compras de até US$ 50 feitas pela internet.
A MP 1357 de 2026, editada em maio deste ano, precisa ser aprovada na Câmara e no Senado até o dia 8 de setembro, quando perde a validade.
Como o Congresso marcou sessões de “esforço concentrado” em apenas duas semanas até as eleições, sendo a última entre os dias 31 de julho e 4 de setembro, existe a preocupação de a MP perder a validade devido à falta da instalação da comissão para analisá-la.
O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, informou que vai pedir a Alcolumbre que instale todas as comissões mistas para análise das MPs do governo, destacando a prioridade da que zera a “taxa das blusinhas”.
“É nossa prioridade a instalação da comissão mista e trabalhar pela sua rápida aprovação, fazendo valer a Medida Provisória assinada pelo presidente Lula”, comunicou em uma rede social.
Procurada pela Agência Brasil, a assessoria do senador Davi Alcolumbre não se manifestou sobre a possível instalação, ou não, da comissão para analisar a MP da “taxa das blusinhas”.
O ministro José Guimarães acrescentou que o governo também trabalha para evitar a votação de projetos que prejudiquem “o compromisso com o equilíbrio das contas públicas”, e disse que negocia com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 114 de 2026.
Esse PLP é uma das prioridades do Executivo. O projeto cria regras para renúncias de receita com o objetivo de mitigar os impactos causados pelo aumento do preço do petróleo motivado pela guerra no Oriente Médio.
Empresários criticam MP
A medida sofre oposição de setores empresariais, para quem a mudança favorece os concorrentes externos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a MP alegando que o texto viola princípios constitucionais como “proteção do mercado interno”.
“Representa uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”, diz comunicado da CNI publicado quando a MP foi editada.
Para o governo, a medida beneficia o consumo popular. O Ministério da Fazenda informou que a MP foi possível após a adoção de medidas para o combate ao contrabando e para maior regularização do setor de compras internacionais on-line.
abril 11, 2026Professores poderão participar de olimpíada inédita de matemática - Leia Mais...
janeiro 21, 2026Governo do Estado autoriza projetos para universalizar saneamento e ampliar... - Leia Mais...
fevereiro 2, 2026Cármen Lúcia anuncia proposta para atuação de juízes eleitorais - Leia Mais...
abril 15, 2026PECs da escala 6×1 não competem com o proposta do... - Leia Mais...
abril 8, 2025Acidente de ônibus deixa ao menos 10 mortos em Minas... - Leia Mais...
março 29, 2026Caminhada do Silêncio em São Paulo denuncia violência de estado - Leia Mais...
novembro 4, 2025Centro de Cirurgias Eletivas é reinaugurado com capacidade para mais... - Leia Mais...
janeiro 29, 2026SEDUC abre matrícula para EJA com cursos profissionalizantes gratuitos; saiba... - Leia Mais...
julho 20, 2026Prefeitura de Salvador lança 2ª edição do circuito Mulheres Negras... - Leia Mais...
fevereiro 6, 2026110 leitos e investimento superior a R$ 260 milhões - Leia Mais...
novembro 28, 2025Justiça manda soltar dono do Banco Master e diretores, que... - Leia Mais...
janeiro 27, 2026Colônia de Férias do Espaço Cultural Alagados integra programação infantil... - Leia Mais...













