Bolsas de NY fecham em alta, após Fed cortar juros em 25 pontos-base e com avanço de bancos
As bolsas de Nova York encerraram a sessão desta quarta-feira (10) em alta, impulsionadas pelo corte de 25 pontos-base (pb) nos juros dos EUA, com ações do setor bancário registrando avanços robustos.
O Dow Jones fechou em alta de 1,05%, aos 48.057,75 pontos, enquanto o S&P 500 também avançou, com ganhos de 0,67%, aos 6.886,68 pontos. Já o Nasdaq subiu 0,33%, aos 23.654,16 pontos. Operando sem direção única, mas perto da estabilidade, durante boa parte do dia, os índices ganharam força e renovaram as máximas diárias logo após a divulgação da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed).
O setor bancário subiu em bloco, com o JPMorgan avançando 3,19% e recuperando parte das perdas registradas ontem, enquanto o Citigroup (+1,5%) e Goldman Sachs (+1,4%) também tiveram ganhos.
A General Motors avançou 4,2%, após o anúncio de uma parceria entre a empresa e a Alphabet (+1%) – dona do Google – para equipar os carros da GM com a inteligência artificial Gemini.
A Amazon subiu 1,69% com o anúncio de que vai ampliar o número de cidades dos EUA com entregas de compras de supermercado no mesmo dia. Além disso, a empresa informou que vai investir US$ 35 bilhões na Índia ao longo de cinco anos. Já a Microsoft, que também anunciou investimentos no país asiático, perdeu 2,74%. A companhia divulgou na terça um plano de gastos de US$ 17,5 bilhões na Índia nos próximos quatro anos.
Papéis da Nvidia perderam 0,64% em meio a notícias de que empresas chinesas já estariam demonstrando interesse na compra dos chips após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmar que iria permitir a exportação do produto à China.
Também nos setor de techs, a EchoStar saltou 11% depois que a Bloomberg divulgou que a SpaceX pretende buscar IPO “bem acima” de US$ 30 bilhões em 2026. Neste ano, a EchoStar firmou acordo com a empresa de Elon Musk para a venda de licenças de espectro.
Já a Palantir subiu 3,3% depois de fechar contrato avaliado em US$ 448 milhões com a Marinha dos EUA para gerenciar a cadeia de suprimentos de uma frota de submarinos nucleares.
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