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Bahia lidera ranking da violência e expõe avanço do crime organizado sob governos do PT

A Bahia aparece, mais uma vez, no centro do debate nacional sobre segurança pública. Com cinco municípios listados entre os mais violentos do Brasil, o estado se consolida como um dos principais retratos do avanço do crime organizado no país, fenômeno que se intensificou ao longo dos sucessivos governos do PT.

Jequié, localizada a cerca de 365 quilômetros de Salvador, assumiu no último ano a segunda colocação no ranking das cidades mais violentas do Brasil. O dado acende um alerta não apenas para o interior baiano, mas para todo o estado, que enfrenta uma escalada de homicídios, disputas territoriais e domínio de facções criminosas.

Domínio de facções no estado

Na Bahia, organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho expandiram suas operações e hoje exercem influência direta ou indireta em praticamente todo o território estadual. Foi durante as gestões petistas que essas facções se instalaram de forma estruturada, ampliando rotas, recrutamento e controle de áreas urbanas e periféricas.

A presença consolidada desses grupos revela falhas persistentes na política de segurança pública, marcada por discursos reiterados e resultados escassos no enfrentamento efetivo ao crime organizado.

Nordeste concentra maior número de facções

O cenário baiano se insere em um contexto ainda mais preocupante no Nordeste, região que concentra o maior número de facções criminosas em atuação no país. Ao todo, são 46 grupos identificados. O Sul aparece em seguida, com 34 facções, enquanto o Sudeste registra 18, o Norte 14 e o Centro-Oeste 10.

Os números escancaram a fragmentação do controle estatal sobre territórios dominados pelo crime e reforçam a percepção de insegurança que se espalha entre a população.

Discurso oficial e realidade nas ruas

Embora o atual governo federal afirme que pretende enfrentar o crime organizado, os dados indicam que a criminalidade segue em crescimento, especialmente em estados governados pelo PT. Na prática, a violência avança sob um ambiente de permissividade, ausência de ações estruturantes e fragilidade na repressão às organizações criminosas.

Fonte: Clique aqui

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