CETEP do Recôncavo conquista primeiras medalhas na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica
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A conquista das primeiras medalhas do Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) do Recôncavo Jonival Lucas, em Sapeaçu, na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), representa um marco para a unidade da rede estadual de ensino e reforça o incentivo à participação dos estudantes em competições científicas. Neste ano, os participantes são alunos do 1º ano do Ensino Médio, que encararam a olimpíada como parte do processo de aprendizagem desenvolvido na escola.
A preparação aconteceu nas aulas de Física, com revisões dos conteúdos cobrados na avaliação, e foi fortalecida pelas ações do Clube de Ciência e Tecnologia SapéHáCiência e pela realização da Mostra Brasileira de Foguetes.
Para a professora de Física, Leila Maria, a experiência amplia as oportunidades de aprendizagem ao integrar diferentes áreas do conhecimento. “A OBA tem sido a porta de entrada dos alunos para o engajamento nas áreas de ciências exatas. A Astronomia é interdisciplinar e envolve conteúdos de Física, Matemática, História, Geografia e Biologia. Além de realizar prova escrita e da Mostra de Foguetes, a olimpíada contribui para o letramento científico, desenvolve o raciocínio lógico e desperta o interesse pela ciência e tecnologia”, destacou.
O resultado foi a conquista de quatro medalhas de ouro, obtidas por Vinícius Santana, Raiane Santos, Lorena Melo e Débora Araújo, além da medalha de prata de Raylan Silva. A avaliação também integrou as atividades da disciplina de Física e proporcionou aos estudantes a aplicação prática dos conhecimentos, estimulando a interpretação de textos, tabelas, gráficos e situações-problema, competências que fortalecem o desempenho escolar em diferentes componentes curriculares
Esforço fez a diferença
Os estudantes destacaram que a preparação e as atividades práticas foram determinantes para o resultado alcançado. “Receber a medalha foi uma alegria e mostrou que nosso esforço, realmente, fez a diferença”, afirmou Débora Araújo. Vinícius Santana também ressaltou a experiência. “A Mostra de Foguetes e as provas fizeram a gente colocar em prática os conteúdos estudados durante o ano. Receber a medalha foi muito gratificante, porque mostrou que todo o esforço valeu a pena”, disse.
Organizada pela Sociedade Astronômica Brasileira, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica estimula o interesse pela ciência desde a Educação Básica e reúne milhões de estudantes em todo o país. Mais do que premiar os melhores desempenhos, a iniciativa incentiva a curiosidade científica, o pensamento analítico, a resolução de problemas, o trabalho em equipe e o protagonismo estudantil, contribuindo para uma formação que ultrapassa os limites da sala de aula.
Ascom SEC
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