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ACM Neto fecha chapa na Bahia com Zé Cocá de vice, diz site

A oposição ao governo da Bahia começou a desenhar com mais nitidez o seu projeto eleitoral para 2026. Em um movimento articulado nos bastidores, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), definiu o atual prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), como candidato a vice-governador em sua chapa.

A informação foi publicada nesta sexta-feira (13) pelo site Alô Juca, apontando que o grupo oposicionista já trabalha com a composição praticamente fechada para a disputa estadual.

Estratégia para ampliar força no interior

A escolha de Zé Cocá é vista como um movimento estratégico dentro da oposição. Prefeito de Jequié, município considerado um dos polos políticos e econômicos do interior baiano, Cocá mantém forte influência em diversas cidades da região sudoeste e em municípios que fazem fronteira com o território jequieense.

Nos bastidores, aliados avaliam que a presença do gestor municipal na chapa amplia a capilaridade do projeto de ACM Neto no interior da Bahia, reforçando alianças com prefeitos e lideranças regionais.

Além da força política local, Cocá construiu uma imagem de gestor com forte presença popular em Jequié, fator que, segundo aliados, pode ajudar a consolidar apoio eleitoral fora da capital.

Senado também entra no pacote político

A articulação oposicionista não se limita à disputa pelo Palácio de Ondina. O grupo também teria definido os nomes que devem disputar as duas vagas ao Senado na mesma chapa.

Entre os mais cotados estão o ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), aliado histórico do campo conservador na Bahia, e o atual senador Angelo Coronel (ex-PSD).

Com a pré-definição da chapa, o grupo oposicionista busca se posicionar como alternativa ao atual comando do Executivo estadual e iniciar, ainda nos bastidores, a construção de uma narrativa de mudança administrativa.

A aposta é que a combinação entre experiência política, presença regional e alianças partidárias amplas possa ampliar o alcance eleitoral da chapa em diferentes regiões da Bahia.

Nos bastidores da política baiana, interlocutores já tratam a montagem desse grupo como um dos primeiros movimentos relevantes na corrida pelo governo estadual, indicando que a disputa de outubro será mais uma eleição que entrará para história.

Fonte: Clique aqui

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