Câmara de Salvador concede título de cidadã soteropolitana a Ana Rita Andrade
“A realização de um sonho!”. Assim, a diretora regional do Senac na Bahia, Ana Rita Andrade, definiu a emoção em ter a cidadania soteropolitana reconhecida pela Câmara Municipal, em sessão solene na noite de segunda-feira (10), por iniciativa da vereadora Aladilce Souza (PCdoB). Natural de São Sebastião do Passé (BA), Ana Rita entrou no Senac como estagiária e, por mérito e esforço próprios, chegou ao cargo máximo da instituição no estado.
Para a autora da homenagem, a concessão do Título de Cidadã de Salvador é uma justa honraria, por reconhecer a dedicação de Ana Rita à qualificação profissional, “fundamental para um município como o nosso, que lidera o índice de desemprego entre as capitais”.
O governador Jerônimo Rodrigues foi representado no evento pelo diretor de Comércio, Serviços e Oportunidades de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, José Carlos Oliveira. Presidida por Aladilce, a mesa da sessão também contou com a presença do deputado federal Daniel Almeida (PCdoB); do vereador Hélio Ferreira (PCdoB), ouvidor-geral da Câmara; de Kelsor Fernandes, presidente do Sistema Comércio Bahia (Fecomércio, Sesc, Senac); Anna Beatriz Waehneldt, diretora de educação profissional do Senac Nacional; e da ex-aluna e colaboradora Pâmela Fernandes. A diretora da Funarte, Maria Marighella, enviou vídeo em homenagem à diretora do Senac.
Concorre com o Bahia
Aladilce contou que fez uma rápida pesquisa entre a comunidade do Senac e só ouviu adjetivos elogiosos à homenageada: “É humana, competente, essencial, destemida, generosa, alegre, dedicada, otimista, cuida de todas as pessoas. Lidera e inspira. Ana é tudo, Ana é o mundo”. E concluiu, brincando: “Meu Deus, Ana concorre com o Bahia”. Aladilce também destacou o fato de ela comandar uma equipe toda formada por mulheres.
Emocionada, Ana Rita agradeceu a cidadania soteropolitana, que legitimou o sentimento enraizado desde que chegou à capital baiana para morar, em 1996. “A educação é essa possibilidade poderosa de transformação de vidas”, disse Ana Rita, traduzindo sua prioridade de vida.
A trajetória pessoal e profissional de Ana Rita foi narrada pelo cantor Vanderley Meira, acompanhado no violão por Leonardo Bitencourt. O título foi entregue ao lado do esposo Carlos Magno Andrade e do filho Arthur, que a conduziram ao plenário, e da mãe Rita Marques.
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